Tenho tal e todas tenho, se eu seria seu pandemônio toda hora e orgia que precede o meu sono* eu queria de vez enquando um miasma de alegria * eu escorro meu esporro, quando sinto que precinto, logo sumo surdo a calmaria * os cantares, todos os sinos, todos os ísmos cimos e cismas * tudo agora, espalhado, de um retalho ralo e caolho o desgosto descansa a vista desse marasmo, dessa preguiça * Oh, premissa, do caralho, deixa em paz meu cachecol, esse verde dos meus olhos ei-los de reconquistar * minha vida, o meu lar, toda aquela rotina vulgar * o que eu amo, o que eu amo, o que eu amo, de barriga cheia * minha menina, você casou consigo mesma, eu fui apenas a decoração da sua cama de casal.
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