domingo, 7 de julho de 2013

revolução

e se você topasse virar
e se você dissesse quem manda
na hora
do Yoga na cama

Os dias quase
mas não te fervem
Você continua
Antes da feira e do uivo
Uma vez
Era uma vez mas não foi

Meu ultimo baseado
o último conhaque
último pulo na cachoeira
última nuvem
de acordo com o tempo
de fingir os ecos de fausto
A amante de Paulo
Nua nos espelhos de cristo
e a pia da cozinha e o rango?
e os papeis não param de chegar...

Ora pois, eu querendo ir para a Madeira
ter o mesmo endereço de uma ilha
esse é o balanço

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Teclado de escrever

Meu teclado me ajuda muito no que se refere ao esteticismo estilo etc da minha escrita. Porque é muito difícil escrever no meu teclado. Ele recebe verdadeiras porradas. Mas eu aprendi com meu teclado o quão desimportante são sinais de pontuação quando se escreve um texto bem lógico e as historias são bem simples como uma cronica de café.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Juventude sem fleuma

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Espaçonaves e pessoas no céu, um céu dentro do céu. Dois céu, três céu. Céu não tem plural, só infinito.

A lua nova tem bilhões de anos e há quem se ache velho, muito velho. Mas isso não é regra nem fleuma.

Cruzilla desmanchou o silêncio. A atenção custa caro. Às vezes uma vida inteira.

Lá em Alvorada do norte, ´que beleza, ninguém chora não há tristeza, ninguém sente desamor’ etc... Cruzilla se banhava de sol, tampava o olho esquerdo com a mão direita e a mão direita com o pé esquerdo brincando de lógica.

- A maioria das pessoas que não tem nada para fazer, fazem sexo. Elas mal sabem que um casal de jibóia tem uma vida sexual bem mais interessante que qualquer bípede. Disse, Cruzilla.

- Quem olha o azul do céu desse lago profundo do sertão, ‘eu vim lá do sertão, eu vim lá do sertão’... etc, e não admirar o ar seco e os sapos secos e a boca seca, nunca vai gostar de Punta De Leste. ‘Bamboleio... bamboleio’.

Apostei com Cruzilla que qualquer expressão que ela fazia era mais interessante que suas reflexões. Um velho tentando o suicídio no dia da proclamação da república é mais atraente que meus sonhos de ir a Punta De Leste

É comum tentar se matar num dia onde o feriado coincide com um domingo. Todos levam muito a sério o calendário e vivem regidos por ele. Quarta feira, depois da sessão da tarde, é a melhor hora para se matar, segundo o matemático Oswald’e Sousa.

Clichê era a vida. A vida toda. Parte da vida, talvez um quarto ou poucas milhas. Um velho é um clichê. A morte de um velho é a morte de um velho clichê. A vida é um clichê. Aliás, Aquele velho, aquele fantasma que Cruzilla viu, era meu reflexo no drink de morango dela.
Juventude sem fleuma

Espaçonaves e pessoas no céu, um céu dentro do céu dois céu, três céu. Céu não tem plural, só infinito. Lua de cristal que me faz sonhar, já cantava a Xuxa. E saiba que euprefiro a Xuxa que a Ivete Sangalo.

Deus não gosta do silêncio melancólico da juventude. A lua nova tem bilhões de anos e há quem se ache velho, muito velho. Mas isso não é regra nem fleuma. Num grito rouco, Cruzilla desmanchou o silêncio. A atenção custa caro. Às vezes uma vida inteira.

Lá em Alvorada do norte, ´que beleza, ninguém chora não há tristeza, ninguém sente desamor’ etc... Cruzilla se banhava de sol, tampava o olho esquerdo com a mão direita e a mão direita com o pé esquerdo brincando de lógica.

- A maioria das pessoas que não tem nada para fazer, fazem sexo. Elas mal sabem que um casal de jibóia tem uma vida sexual bem mais interessante que qualquer bípede. Disse, Cruzilla.

- Quem olha o azul do céu desse lago profundo do sertão, ‘eu vim lá do sertão, eu vim lá do sertão’... etc, e não admirar o ar seco e os sapos secos e a boca seca, nunca vai gostar de Punta De Leste. ‘Bamboleio... bamboleio’.

Apostei com Cruzilla que qualquer expressão que ela fazia era mais interessante que suas reflexões. Um velho tentando o suicídio no dia da proclamação da república é mais atraente que meus sonhos de ir a Punta De Leste

É comum tentar se matar num dia onde o feriado coincide com um domingo. Todos levam muito a sério o calendário e vivem regidos por ele. Quarta feira, depois da sessão da tarde, é a melhor hora para se matar, segundo o matemático Oswald’e Sousa.

Clichê era a vida. A vida toda. Parte da vida, talvez um quarto ou poucos milhas. Um velho é um clichê. Uma morte que não seja a sua morte é um clichê. A vida é um clichê. Viver a vida de Manoel Carlos. Viver a vida de maneira nenhuma. Aquele velho, aquele fantasma que você viu era o reflexo do meu rosto no seu drink de morango.

domingo, 30 de agosto de 2009

No escritório

- E aí, o que achou?
- Linda. Gostei bastante da mini saia. Tem lindas pernas, coxas grossas. Mas você é a primeira piranha que eu conheço que não dá o rabo.
- Passei um tempão me produzindo. Comprei essa blusinha aprova de porra. Você adora gozar onde não pode. Aposto que nem percebeu. Aposto que já quer que eu tire logo a roupa toda.
- Só fiz um comentário. Você é gostosa de todo jeito.
- Você me confunde. As suas palavras soam debaixo d'água.
- Não entendi?
- Você é bem devagar.
- Que decote!
- Quer que eu abaixe mais? Você sempre falando demais, quer que eu coloque na sua boca também? Que mais você não entende, quer que eu faça o quê? Não diz. E pára de fazer cara de mágico, eu me derreto.
- Eu sou fogo, hein.
- Eu também.
- e o Rabo?
- Quer que eu levante a saia e sente em cima de você, já, agora?
- Não sei.
- Nossa, você é assim também na hora de transar?
- Não.
- Você só quer comer meu Rabo?
-sim.
-Até que enfim uma reação. A Segunda reação. E que grande reação, duro.
- Porque seu beijo é quente, amor.
- Você mente, inventa.
- Não fala.
- Me beija. me come.
- Não me force a dizer que te amo.
- Você é muito lindo pra ser amado.
- fala mais
- hum.
- Tá gostando?
- tô, mais forte. Come meu...
- rabo? Hum
- sim, mas não goza na minha bunda, tenho que voltar para o escritório daqui a pouco.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A idiotia

É fácil reconhecer um idiota. Ele está sempre com cara de atrasado ou perdido. Também desconfie daquele que diz que o sabor do whisky é superior ao seu efeito.